A Qualiserve é uma empresa de serviços gerenciados de TI e integração sobre a plataforma Microsoft, com 20 anos de mercado, 40 profissionais e NOC próprio monitorando mais de 20.000 dispositivos. Esta página apresenta o portfólio em cloud, dados, IA e segurança, a trajetória técnica de Kleber Rodrigues e os cases publicados pela Microsoft.
A Qualiserve opera cloud, dados, inteligência artificial e segurança para empresas brasileiras a partir de 50 colaboradores. Não vende software: opera plataforma. A entrega não termina quando uma licença é ativada, começa ali, sob responsabilidade contratual por disponibilidade, custo e risco do ambiente.
O problema que leva um CEO ou um CFO a procurar um parceiro de TI raramente é falta de ferramenta. É ambiente instável que cai sem explicação, conta de nuvem que cresce sem dono, dado espalhado em planilhas divergentes e plataformas sobrepostas pagas em duplicidade. Nenhum desses custos se resolve com uma compra. Todos exigem arquitetura, operação contínua e governança.
Esta página reúne o que sustenta essa operação: o portfólio Microsoft de ponta a ponta, a virada de modelo feita em 2019, a trajetória técnica de Kleber Rodrigues, as provas publicadas pela Microsoft e o ciclo de trabalho que traduz tecnologia em custo previsível e risco com dono.
Somos uma empresa de serviços gerenciados e integração construída sobre a plataforma Microsoft, em sete linhas de serviço que vão do datacenter ao agente de inteligência artificial. Atendemos empresas a partir de 50 colaboradores, com base em São Paulo e atendimento nacional pelo NOC.
Varejo, jurídico e agronegócio são nossos segmentos mais fortes, seguidos de logística, saúde e financeiro. Atendemos também grandes contas, o que é prova de capacidade técnica, mas o desenho da operação foi feito para a empresa média brasileira, que precisa de TI confiável sem montar um departamento inteiro.
A plataforma é da Microsoft. O que a Qualiserve entrega é arquitetura, implantação, operação contínua e governança sobre ela. Essa distinção não é preciosismo: é a definição do nosso trabalho.
A licença é insumo, como energia elétrica é insumo de uma fábrica. Ninguém contrata uma fábrica para comprar energia. Gerimos o licenciamento dentro do contrato, porque dimensionar o que é consumido evita que você pague por capacidade ociosa. Mas licença nunca foi o produto, e quem procura apenas cotação não encontra aqui o que precisa.
Durante boa parte da nossa história operamos no modelo break-fix: o cliente chamava quando algo quebrava e nós faturávamos pelo conserto. É o modelo dominante do mercado de TI brasileiro e tem um problema estrutural: o fornecedor ganha quando o ambiente do cliente falha.
Em 2019 abandonamos esse modelo por decisão própria, antes de qualquer cliente exigir. Reconstruímos a operação como serviço gerenciado proativo: monitoramento contínuo, indicadores de disponibilidade, rotinas preventivas, relatório executivo e contrato recorrente em que só continuamos sendo pagos se o ambiente continuar de pé.
Foi difícil, com reestruturação de time, processo e ferramenta. É exatamente a transformação que hoje vendemos, e a razão pela qual falamos dela de um lugar diferente de quem apenas a recomenda.
NOC é a sigla de Network Operations Center, a sala onde o ambiente do cliente é observado em tempo real, com alerta configurado, plantão e procedimento para cada evento. O nosso monitora mais de 20.000 dispositivos.
A palavra que carrega peso é "próprio". Muitos provedores terceirizam o monitoramento e revendem o painel de um terceiro, o que coloca uma camada a mais entre o alerta e a decisão às três da manhã. Aqui o analista de plantão é funcionário da Qualiserve e a escalada acontece dentro de casa. Para o dono da empresa, isso vira métrica: tempo até alguém competente estar agindo sobre o problema dele.
Somos 40 colaboradores e não tentamos parecer uma consultoria de mil pessoas. O tamanho é escolha: mantém o time técnico próximo do cliente e permite que o CEO contratante fale com quem de fato mexe no ambiente.
O que vem abaixo é mapa, não catálogo: o escopo detalhado está nos hubs.
Migração para o Microsoft Azure, modernização de infraestrutura, gestão de ambientes em nuvem, otimização de custo em FinOps, backup e continuidade. Nuvem mal governada não é barata: vira fatura crescente e recurso ocioso que ninguém desligou. Perseguimos previsibilidade de gasto e ambiente que não para: o CFO deixa de ser surpreendido pela conta e o CEO deixa de perder faturamento com operação parada. É por isso que serviços gerenciados e cloud andam juntos aqui: migrar é o começo, operar é o que decide.
Microsoft Fabric como plataforma unificada de dados, Power BI para leitura executiva, governança de dados, Azure OpenAI, agentes de IA e bases de conhecimento corporativas. A consequência é decisão tomada sobre número consolidado, não sobre cinco planilhas divergentes. Nossa diferenciação está aí: IA com governança e retorno mensurável. Um agente que responde bem mas não sabe dizer de onde tirou a informação é passivo, não ativo.
Microsoft Defender, Microsoft Sentinel, Microsoft Entra ID, Microsoft Purview, Intune, arquitetura Zero Trust e adequação à LGPD. Em uma frase cada: o Entra ID governa quem entra; o Intune governa de qual dispositivo; Defender e Sentinel detectam e respondem ao que já está dentro; e o Purview cuida do dado em si, com classificação, rótulos de sensibilidade e controles para o uso de IA generativa, de modo que a informação sensível não vaze justamente pelo copiloto que a empresa acabou de adotar.
O efeito no negócio é risco regulatório e risco de parada em nível que o dono consegue explicar ao conselho e ao cliente dele. O modelo operado está em segurança gerenciada para empresas.
Implantação e gestão do Microsoft 365, migração de e-mail e ambientes colaborativos, governança de Teams e SharePoint, adoção de Copilot e gestão do licenciamento dentro do serviço. Uso aqui uma analogia que repito em toda reunião: muita empresa compra a Ferrari e anda de Fusca — paga o pacote completo, paga o IPVA e o seguro da Ferrari, e usa Word, Excel e PowerPoint. O ganho não está em comprar mais, está em usar o que já se paga.
Em Power Platform (Power Apps, Power Automate, Power BI, Dataverse e Copilot Studio), processo manual que consome hora de gente cara vira fluxo automatizado e auditável. Em serviços gerenciados, com suporte, monitoramento e relatório executivo, o "cara do TI" para de apagar incêndio e passa a tocar projeto. A consultoria estratégica fecha o conjunto com diagnóstico de maturidade, roadmap e business case.
Internamente dividimos o portfólio em dois grupos. Cloud e suporte são a vaca leiteira: receita recorrente e porta de entrada. Dados, IA e segurança são o menino prodígio, onde a transformação de verdade acontece. Quase todo cliente entra por um e sobe a escada até o outro.
Em 2003 e 2004 me tornei o primeiro RHCE (Red Hat Certified Engineer) do Brasil. Depois liderei o programa Microsoft Academic Alliance no país, evangelizando tecnologia em FEI, Unicamp e FGV. Vim da infraestrutura de verdade, do ambiente que cai às duas da manhã: primeiro se pergunta o que acontece quando falhar, depois se discute funcionalidade.
Em 2011 construí a plataforma que suportou a correção e a divulgação de resultados do ENEM para o G1 e a globo.com, no ano em que o exame saltou de 4 para 8 milhões de inscritos. Foram 280 mil acessos nos primeiros segundos. O ambiente físico caiu.
A operação foi salva pelo plano B em nuvem Microsoft, um dos marcos pioneiros de cloud no Brasil. Aprendi naquele dia que arquitetura sem plano B não é arquitetura: é aposta. É por isso que continuidade de negócios não é item opcional em nenhum projeto nosso.
Entre 2014 e 2015 conduzimos o monitoramento e o social listening para o Metrô de São Paulo e a CPTM, com inteligência preditiva e gestão de crise em uma operação de 4 milhões de usuários por dia, no período dos Black Blocs. Monitorar, ali, não era olhar gráfico depois do fato: era antecipar evento com tempo de reagir. Essa é a régua do NOC da Qualiserve.
Em 2019 retornei à liderança da Qualiserve, conduzi a virada de break-fix para serviços gerenciados e trouxe a plataforma SolarWinds ao Brasil. Em 2020 nos tornamos referência LATAM nessa plataforma de monitoramento e conquistamos Ancar, BR Malls e grandes redes de shopping. A empresa que hoje vende operação proativa é a mesma que reconstruiu a própria operação para poder vendê-la.
Autoridade em tecnologia não se declara, se verifica. A Microsoft publicou dois trabalhos nossos. O primeiro é a plataforma de dados fiscais sobre Microsoft Fabric, Azure OpenAI, Power BI, Purview e Defender, que consolidou 45 TB e processa 5 milhões de documentos por minuto. O segundo é a rede Mania de Churrasco, que centralizou dados no Microsoft Azure e economizou R$ 3,5 milhões em cinco anos. Os dois estão detalhados em cases de sucesso.
O desdobramento mais eloquente veio depois. A Demarest, um dos maiores escritórios de advocacia do Brasil, chegou até nós por indicação direta da Microsoft, depois de ler o case publicado. Isso diz três coisas: a Microsoft publica o nosso trabalho, a Microsoft nos indica, e um cliente de altíssima exigência comprou a indicação.
Somos também líderes no ISG Provider Lens, programa de pesquisa independente que avalia provedores de serviço em mais de 50 categorias de tecnologia e processos.
Vale entender o que sustenta uma parceria Microsoft: designações e especializações não se compram. Dependem de desempenho medido, de profissionais certificados e, em várias trilhas, de auditoria técnica e referências de clientes validadas. É chancela auditada: você contrata capacidade que um terceiro já verificou.
"Eu falo com propriedade de algo que deu ROI, foi construído, está concebido, tem utilização e a Microsoft está chancelando. Não é eu ficando contando história e falando sobre a ferramenta: é efetivamente sobre resultado."
Kleber Rodrigues, fundador e CEO da Qualiserve
Segurança não é item vendido à parte depois que o ambiente está pronto: é pilar de portfólio e fundamento de arquitetura em todo projeto. Trabalhamos com Zero Trust, cujo princípio é "nunca confie, sempre verifique", sustentado por três regras: verificar explicitamente cada acesso, conceder o menor privilégio pelo menor tempo necessário e presumir violação, limitando o estrago quando o atacante já estiver dentro. Na prática, um notebook roubado deixa de ser porta aberta para a base de clientes. Somam-se a isso adequação à LGPD, Defender, Sentinel, Purview, backup e continuidade.
O dono da empresa não precisa entender esse desenho. Precisa saber que existe alguém acordado quando ele não está, e que o dado dele tem dono, rótulo e trilha de auditoria. A abordagem completa está no hub de segurança.
O ciclo é sempre o mesmo.
A Qualiserve não recomenda transformação. Passou por uma, em 2019, e opera desde então com a própria receita.
Não como oferta. A licença é insumo e pode ser gerida dentro do contrato. A entrega é serviço: arquitetura, implantação, operação e governança. Quem procura apenas cotação não é o cliente desta casa.
Empresas a partir de 50 colaboradores. Atendemos também grandes contas, mas a operação é dimensionada para quem precisa de TI confiável sem montar um departamento inteiro.
NOC é o centro de operações onde o ambiente do cliente é observado em tempo real, com alerta, plantão e procedimento definido. O nosso monitora mais de 20.000 dispositivos. "Próprio" significa que o monitoramento não é terceirizado: o analista de plantão é da Qualiserve.
É um programa de pesquisa independente do ISG que avalia provedores de serviço em mais de 50 categorias de tecnologia e processos, combinando análise de dados, capacidade de execução e experiência de clientes. A Qualiserve é líder no ISG Provider Lens.
A base e a maior concentração de clientes estão em São Paulo e no Sudeste, onde fica o NOC. Atuamos também no Sul e em Santa Catarina e no Centro-Oeste, com atendimento remoto nacional.
Varejo, jurídico e agronegócio à frente, seguidos de logística, saúde e financeiro. Demarest, no jurídico, e Mania de Churrasco, no varejo de franquias, são exemplos dessa concentração.
O próximo passo é um diagnóstico de maturidade digital: o que está exposto, o que custa mais do que deveria e o que trava o crescimento. Quem atende é quem opera.